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Magreza… O dilema!!!

08/02/2010

É engraçado como as coisas se unem independente de nossa vontade, né??? Essa semana eu tive uma “consulta” com uma amiga formanda em Nutrição para que a mesma me ajudasse a engordar um pouquinho saudávelmente. Essa pessoa que vos fala tem problema com peso desde sempre (acho que tbm nasci magrela), sempre a mais magra, sempre todo mundo achando que sou doente e etc e tal.

A minha briga com a balança nunca afetou meus relacionametos, sejam eles amorosos ou de amizades, mas a cobrança diária da família para que eu não desencandeasse uma anemia extrema sempre me fez mal. Remédios para abrir o apetite, aff, acho que já tomei todos da farmácia e o pior, ninguém entende que eu não sou magra porque quero e sim, por conta da chata da genética.

De outro lado, tem sempre um(a) doido(a) que tenta me convencer de que meu corpo é ideal, que vou me arrepender de engordar e etc. (Espera ter filho, casar e blá, blá blá). Mas a realidade que eu sei que tanto ser muito magra, como ser muito gorda é prejudicial à saúde sim! Ao contrário do que todos pensam, ser muito magro não facilita a vida no que diz respeito ao vestuário, por exemplo. Tenho diversos problemas quanto à numeração de roupas (sou baixa 1,65 e 1,00m de perna), à cara das vendedoras quando peço um 38 e blá, blá, blá… E olha que meu IMC é 18, ou seja pouca coisa abaixo.

Em Abaixo à Ditadura da beleza De Augusto Cury, traz uma clara visão de como o mundo da moda influencia na saúde e na vida das pessoas “fora” do mundo fashion. Sem contar que é da natureza humana se comparar a todo o tempo com o que lhe cerca.

Todavia, hoje passeando pelo blog Dus Infernus, me deparei com um post que relata sobre a magreza, ressaltando a preocupação das pessoas com relação à magreza das(os) modelos, assunto que virou notícia até no New York Magazine.

Como passar o que é bom nunca é demais e expôr que eu tbm sou contra essa magreza excessiva, reproduzo abaixo (como o Dus Infernos) a matéria feita por Fernanda Mena para a folha de São Paulo.

(Imagem retirada do blog Dus Infernus http://dusinfernus.wordpress.com/)

“Evento tem poucas respostas para apelo

FERNANDA MENA
DA REPORTAGEM LOCAL

Dois dias após enviar uma carta alertando os principais atores da moda internacional sobre a hipermagreza atual das modelos, a organização da São Paulo Fashion Week obteve, por enquanto, poucas respostas de apoio.
O evento recebeu e-mails da revista “Vogue” francesa e do fotógrafo Nino Muñoz, um dos preferidos de Gisele Bündchen. A editora da “Vogue” americana, Anna Wintour, não escreveu diretamente à SPFW: encaminhou o alerta de Paulo Borges ao Conselho de Designers de Moda da América, que convidou o empresário para uma conferência sobre a saúde das modelos, em Nova York.
A carta da SPFW propõe um esforço conjunto para minimizar a onda de hipermagreza “e seus efeitos na indústria e na sociedade como um todo”.
Para Borges, diretor da SPFW, é preciso apoio internacional, já que as modelos passam a maior parte do ano trabalhando nos EUA e na Europa e importam de lá o padrão radical de magreza.
A “Vogue” americana seria a publicação mais influente para esse processo. É a única revista de moda de renome internacional que se recusa a publicar imagens de hipermagras. “Wintour já conseguiu acabar com a onda “heroin chic”, das modelos com cara de “junkie” nos anos 90″, diz Borges.
Há quem duvide do poder que vem de fora e ache que as mudanças devem começar no Brasil. “Paris não vai ajudar em nada. O Brasil tem força para resolver isso por aqui”, afirma o estilista Marcelo Sommer.
A crítica de moda Gloria Kalil discorda. “Esse tipo de ação precisa ser internacional. Nunca foi exigência brasileira ter varapau na passarela”, diz. “Para dar certo, tem que perseverar. Criar campanha de uma vez só é fogo de artifício.”
A SPFW criou em 2007 uma campanha de esclarecimento para modelos sobre problemas alimentares. Na mesma época, passou a exigir atestado de saúde das garotas. Por que, então, agora desfilam modelos com “magreza severa”, na classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS)? “Todas continuam apresentando atestado. Se não estão bem, temos de questionar o sistema de saúde do Brasil”, justifica Borges.
“O mercado todo tem de se reeducar. Se a magreza não entrar num desfile, mas continuar na publicidade e nos editoriais, não adianta nada”, diz André Hidalgo, diretor do evento Casa de Criadores.”

E vocês, o que acham dos exemplos magrelos que nos é imposto todos os dias??? Vocês concordam???

***Demais imagens retiradas aleatóriamente do Google Imagens.

*** Post inspiração: Dus Infernos por Victor Angelo (http://dusinfernus.wordpress.com/)

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2 Comentários leave one →
  1. 02/03/2010 22:33

    só as ossadas 😀

  2. Celine permalink
    07/06/2012 22:33

    Adorei sua materia sobre a magreza,tambem sou uma garota que tem o mesmo problema que o seu ,sou baixa,e magra,e com todos fala que eu deveria agradecer em ser assim mas não gosto,gostaria de saber se você consegui engordar e qual o meio.

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